sábado, 4 de dezembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Inundações em Lisboa

Inscrição no original: Regueirão dos Anjos na ligação com a Avenida Almirante Reis.


 A inundação habitual cobria geralmente o pilar que segura a grade e muitas vezes ia ainda acima.


Fotografia e texto do AML, sem data.
Autoria da foto de Eduardo Portugal.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Prevenção de acidentes domésticos




Não é dos dias de hoje, a preocupação com o elevado número de acidentes domésticos. Aqui reproduzimos um interessante artigo que versa este assunto, datado de de 18 de Outubro de 1969 e publicado na revista Século Ilustrado. Baseado em dados da Organização Mundial de Saúde, aborda em detalhe alguns aspectos ligados à segurança infantil.

Clicar para ampliar.

sábado, 30 de outubro de 2010

Ainda 1755


Obra de Giovanni Carlo Sicinio Gali Bibiena, membro de uma prestigiada família de arquitectos e cenógrafos teatrais, a Ópera do Tejo , segundo os escassos testemunhos, seria um sumptuoso edifício com decorações a branco e dourado. Teria uma lotação de 600 lugares.
Na Primavera de 1755, pelo aniversário da Rainha Dona Mariana Vitória, é inaugurado o Teatro Real da Ópera, ou Ópera do Tejo, por iniciativa régia. A estreia recaíria em libretos de Pietro Mestatasio, musicadas por David Perez: Alexandro nell`Indie.
Numa sequência da ópera Alexandre na Índia apresentar-se-iam em cena, simultaneamente, 25 cavalos, demonstrando a capacidade do palco.
O terramoto de 1 de Novembro de 1755, destruiria, por completo, aquele que era considerado um dos mais grandiosos teatros europeus.



Teatro da Ópera depois do terramoto de 1755, gravura das ruínas
Fontes:
AML
Revelar LX Cml

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Como era o Terreiro do Paço antes de 1755


"A primeira residência régia em Lisboa situava-se no Castelo de São Jorge. Em finais do séc.XV, Dom Manuel decidiu abandonar o Paço da Alcáçova e fazer construir, junto ao rio, um novo palácio. O Palácio da Ribeira vinha ordenar urbanisticamente uma zona organizada em função das necessidades logísticas das viagens oceânicas e, dispondo no piso térreo os armazéns das Casas da Índia e Mina, juntar, num mesmo edifício, a administração política e económica do reino. Em 1505 já a família real o habitava. Foi completamente destruído pelo terramoto de 1755" -
in Dicionário da História de Lisboa, Paço da Ribeira, de Miguel Soromenho.


Terreiro do Paço na primeira metade do século XVIII, gravura da obra Les delices de l'Espagne et du Portugal, de Colmenar:
CASTILHO, Júlio de - A ribeira de Lisboa: descrição histórica da margem do Tejo desde a Madre de Deus até Santos-o-Velho. 2ª ed. Lisboa. Câmara Municipal, 1942. vol 3.

Arquivo Municipal de Lisboa