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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Como era o Terreiro do Paço antes de 1755


"A primeira residência régia em Lisboa situava-se no Castelo de São Jorge. Em finais do séc.XV, Dom Manuel decidiu abandonar o Paço da Alcáçova e fazer construir, junto ao rio, um novo palácio. O Palácio da Ribeira vinha ordenar urbanisticamente uma zona organizada em função das necessidades logísticas das viagens oceânicas e, dispondo no piso térreo os armazéns das Casas da Índia e Mina, juntar, num mesmo edifício, a administração política e económica do reino. Em 1505 já a família real o habitava. Foi completamente destruído pelo terramoto de 1755" -
in Dicionário da História de Lisboa, Paço da Ribeira, de Miguel Soromenho.


Terreiro do Paço na primeira metade do século XVIII, gravura da obra Les delices de l'Espagne et du Portugal, de Colmenar:
CASTILHO, Júlio de - A ribeira de Lisboa: descrição histórica da margem do Tejo desde a Madre de Deus até Santos-o-Velho. 2ª ed. Lisboa. Câmara Municipal, 1942. vol 3.

Arquivo Municipal de Lisboa

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A memória ajuda a preparar o futuro


Reportagem sobre o centenário do Sismo de 1909, em cerimónia realizada em Benavente.

O Terramoto de 1755- Parte 5 (RTP)

O Terramoto de 1755- Parte 4 (RTP)

O Terramoto de 1755- Parte 3 (RTP)

O Terramoto de 1755- Parte 2 (RTP)

O Terramoto de 1755- Parte 1 (RTP)

domingo, 27 de junho de 2010

Depois do sismo de 1755


















"Depois de 1755 desabou sobre o Rato uma avalanche de foragidos(...)
Diz-nos o Padre Portal, abençoadamente loquaz; que aqui se armou logo um mercado de hortaliças, frutas e todos os demais comestíveis, abriram-se dois açougues, lojas numerosas de todo o género de comércio, mercadores, capelistas, ourives, tudo em tendas e barracas improvisadas, estendendo-se pela Rua da Fábrica das Sedas fora, da cerca dos jesuítas até ao Noviciado (como quem diz do Chafariz do Rato até à Faculdade de Ciências) alastrando ainda até o campo da Cotovia (praça Rio de Janeiro). Era como que uma rua de acampamento. Pela actual rua do Sol acima, o mesmo. Chamavam-lhe então "estrada do Rato para a Boa Morte".
Aí chegaram a haver barracas luxuosas. A do Marquês de Louriçal era quase um palácio. Custara,dizia-se, trinta ou quarenta mil cruzados. A do Desembargo do Paço , feita de tabique, era toda pintada com grande asseio e perfeição e a da Mesa da Consciência era vasta, fabricada com bela ideia e de muito melhor cómodo do que tinha dantes. (...)
à miséria dos primeiros dias sucedera pouco a pouco uma estranha e nova erupção de luxo."
In:   volume IV de Matos Sequeira, Depois do Terramoto edição de 1934.
Nunca tinha pensado muito na vida dos acampamentos em Lisboa pós sismo de 1755. Sei que El-Rei nunca mais quis morar em edifício sem ser de madeira. Os abalos sucediam-se ainda e os penitentes penitenciavam-se. Mas do caos emergia uma nova cidade e os seus contornos. O Gustava Matos Sequeira é um maravilhoso contador de Lisboa.

quarta-feira, 24 de março de 2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O sismo de 1969




















Algumas das reacções dos lisboetas ao sismo de 1969, publicado no vespertino Diário de Lisboa, de 1 de Março de 1969.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Hoje a Terra tremeu no Haiti!















Um violento sismo de sete graus de magnitude na escala de Richter, a que  se seguiram dezenas de réplicas, devastou o Haiti. Foram registados muitos milhares de mortos e  existem ainda muitos  desaparecidos, numa situação considerada de catástrofe.
Foi o sismo mais violento ocorrido no Haiti, nestes dois últimos séculos.
Relembra as medidas de autoprotecção sobre sismos.
Fonte: BBC.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Os gaioleiros pombalinos

























Após o sismo de 1755, os novos edifícios foram construídos segundo a primeira regulamentação anti-sísmica existente, que se baseava na estrutura da gaiola.Nesta imagem podem observar as suas características e o número de edifícios construídos na época(15 711).

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Fonte: Jornal Expresso, baseado em dados da CML e SPES.