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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

EXERCÍCIO PÚBLICO DE SENSIBILIZAÇÃO PARA O RISCO SÍSMICO


O exercício nacional A TERRA TREME realiza-se no próximo dia 15 de novembro, pelas 11h15.


Esta iniciativa é promovida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e procura chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adotar em caso de sismo, mas que podem salvar vidas.

Tem a duração de apenas 1 minuto, durante o qual os participantes são convidados a executar os 3 gestos que salvam: BAIXAR, PROTEGER E AGUARDAR.

Todos podem e devem participar: individualmente ou em grupo, em qualquer local onde se encontrem. E para que possamos acompanhar os participantes em todo o pais, convidamos para que façam o seu registo na zona dedicada no site http://www.aterratreme.pt/como-participar/

Divulga esta iniciativa junto da tua família, dos teus amigos e colegas de escola. Porque TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL!



sexta-feira, 1 de novembro de 2019

O Terramoto de 1755

Sabias que ao longo da história Lisboa tem registado inúmeros fenómenos sísmicos que, com maior ou menor intensidade, provocaram danos vários.
O mais marcante, e o que mais presente se mantém na memória coletiva dos portugueses, é o sismo de 1 de novembro de 1755 que destruiu parte significativa da capital.


E TU, SABES O QUE FAZER SE OCORRER UM SISMO?
Há muitas coisas que podemos fazer para evitar que um sismo nos apanhe desprevenidos. Com a ajuda dos teus pais e professores, prepara um Plano de Emergência:
» Identifica os locais mais seguros para te abrigares.
» Conhece os locais a evitar: janelas, varandas, espelhos, candeeiros e móveis.
» Combina um local de encontro para o caso de te separares da tua família ou professores.
» Mantém os corredores a passagens livres.
» Fixa os móveis à parede e coloca os objetos mais pesados nas prateleiras mais baixas.
» Prepara um kit de emergência constituído por: uma lanterna, um rádio portátil e pilhas de reserva para ambos, bem como um extintor, um estojo de primeiros socorros e medicamentos essenciais. Armazena água em garrafões de plástico e alimentos enlatados para dois ou três dias.
» Treina regularmente o plano de emergência para que nunca te esqueças o que deves fazer!


📷 Arquivo Municipal de Lisboa


terça-feira, 7 de outubro de 2014

A TERRA TREME | Exercício Público - 13 OUT 10:13






ANTES
  • Elabore um plano de emergência para a sua família. Certifique-se que todos sabem o que fazer e combine um local de reunião, para o caso de se separarem durante o sismo.
  • Prepare a sua casa por forma a facilitar os movimentos, libertando os corredores e passagens, arrumando móveis e objetos.
  • Organize o seu kit de emergência: reúna uma lanterna, um rádio portátil e pilhas de reserva para ambos, bem como um extintor e um estojo de primeiros socorros. Armazene água e alimentos enlatados, para dois ou três dias (verifique periodicamente os prazos de validade destes componentes).
  • Identifique os locais mais seguros, distribuindo os seus familiares por eles: vão de portas interiores, cantos de paredes-mestras, debaixo de mesas e de camas.
  • Fixe as estantes, os vasos e floreiras às paredes e coloque os objetos pesados no chão ou nas prateleiras mais baixas.
  • Ensine os seus familiares a desligar a eletricidade e cortar a água e o gás.
DURANTE
  • Se estiver em casa, não se precipite para as escadas e nunca utilize elevadores.
  • Abrigue-se no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama.
  • Mantenha-se afastado de janelas e espelhos. Tenha atenção à queda de candeeiros, móveis ou outros objetos.
  • Se estiver na rua, dirija-se para um espaço aberto, longe do mar ou cursos de água.
  • Não corra nem ande a vaguear pelas ruas. Mantenha-se afastado dos edifícios, dos postes de eletricidade e outros objetos que possam cair.
  • Se estiver num local com grande concentração de pessoas, permaneça dentro do edifício, até o sismo cessar. Saia depois com calma, tendo em atenção as paredes, chaminés, fios elétricos, candeeiros e outros objetos que possam cair.
  • Não se precipite para as saídas. As escadas e portas são pontos que facilmente se enchem de escombros e podem ficar obstruídos por pessoas que tentam deixar o edifício.
  • Nas fábricas mantenha-se afastado das máquinas que podem tombar ou deslizar. 
  • Se está a conduzir, pare a viatura longe de edifícios, muros, taludes, postes e cabos de alta tensão e permaneça dentro dela.
DEPOIS
  • Mantenha a calma e conte com a ocorrência de possíveis réplicas.
  • Não fume, nem acenda fósforos ou isqueiros. Pode haver fugas de gás.
  • Corte a água e o gás e desligue a eletricidade.
  • Ligue o rádio e cumpra as recomendações que forem difundidas.
  • Limpe produtos inflamáveis que possam ter derramado.
  • Evite passar por locais onde existam fios elétricos soltos.
  • Não utilize o telefone, exceto em caso de extrema urgência.
  • Não circule pelas ruas para observar o que aconteceu. Liberte-as para as viaturas de socorro.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Quando a terra tremer...

Gente Miúda da  EB1 Arco Íris- 3º ano.
Trabalho realizado após visita ao CNAS  e acção de sensibilização realizada na escola.

terça-feira, 24 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Há 103 anos: o sismo de Benavente



O SISMO DE BENAVENTE - 23 de Abril de 1909

Faz hoje 103 anos que a região do Vale Inferior do Tejo foi sacudida por um violento sismo, considerado o mais devastador de Portugal continental desde o início do século XX. Anteriormente, esta região já havia sido afetada por outros sismos destruidores, com provável origem no sistema de falhas do Vale do Tejo, dos quais se destacam os datados de 1344 e 1531.
Estima-se que o sismo de 1909 tenha registado um valor de magnitude entre 6,0 e 7,0 (escala de Richter), tendo sido sentido com intensidade máxima de grau IX (Escala de Mercalli) na zona de Benavente, Samora Correia e Santo Estêvão.

Mapa de isossistas (distribuição da intensidade sísmica) para os sismos históricos de 1531 e 1909. (http://hdl.handle.net/10400.9/1398)

Segundo relatos da época, este sismo causou profunda destruição nestas povoações e provocou 46 vítimas mortais, 75 feridos e um elevado número de desalojados. O balanço de vítimas não foi mais dramático porque, à hora em que ocorreu, 17h05, a grande maioria da população estava a trabalhar nos campos. Para conhecer o que a imprensa da época relatou sobre esta catástrofe: http://www.cm-lisboa.pt/?idc=472&idi=41971
Em Lisboa o sismo também foi sentido, mas causou apenas danos materiais (intensidade VI).
Para conhecer mais sobre as escalas macrossísmicas, consultar:

Desde 1909 não se têm verificado sismos com epicentro na região do vale inferior do Tejo, que tenham originado danos.
Segundo informação recentemente fornecida pela Rede Sísmica Nacional, durante os últimos meses a atividade sísmica em Portugal Continental tem sido baixa. No entanto, para igual período, em termos de sismicidade mundial, foram registados diversos sismos com magnitude igual ou superior a 5.0, sendo o de maior magnitude o ocorrido na região das Ilhas Vanuatu com magnitude 7.1, no dia 2 de fevereiro às 13:34 (UTC).
Numa atitude preventiva, o Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa tem continuado envolvido no desenvolvimento de estudos de caracterização dos fenómenos sísmicos para a cidade, com vista à atualização dos instrumentos de planeamento de emergência, como seja o caso do seu Plano de Emergência para o Risco Sísmico, aprovado em 2003.
Preparar e organizar a população para a catástrofe é um dos principais objetivos da Protecção Civil de Lisboa e que, passo-a-passo, muito têm contribuído para aumentar a resiliência desta cidade face aos desastres.
Para conhecer mais sobre o sismo de Benavente, consultar:





terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O sismo de 1969

Assim era a capa do Diário de Lisboa de 28 de Fevereiro de 1969.

Clicar para ampliar.

Sismicidade em Portugal Continental e região adjacente durante o ano 2011

Portugal é um território frequentemente atingido por fenómenos sísmicos. No entanto, apesar de existir algum potencial para a ocorrência de sismos muito destruidores e causadores de numerosas vítimas, como os ocorridos em 1531 e 1755, este tipo de fenómenos são raros nesta região.
No dia 28 de Fevereiro de 1969, pelas 2h40, ocorreu um sismo de magnitude 7,3 na escala de Richter, com epicentro localizado a aproximadamente 180 km a Sudoeste do cabo de S. Vicente. Este evento, cujo 43º aniversário se assinala hoje, foi o que mais recentemente causou danos e vítimas em Portugal Continental. Este sismo foi sentido em todo o território nacional e provocou alarme e pânico entre a população, avarias nos telefones, corte no fornecimento de energia elétrica, e danos avultados em edifícios, em especial nas construções de pior qualidade, e terá gerado 2 vítimas mortais.
Quanto a 2011, de acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto de Meteorologia (IM), de uma forma geral a sismicidade que ocorreu em Portugal Continental e região adjacente pode ser considerada moderada. A maior parte da atividade teve origem epicentral em área submersa, a Sul e a Sudoeste, na zona de interação entre as placas tectónicas Núbia e Eurásia, sendo ainda de registar algumas ocorrências importantes com epicentro em terra, em particular no Alentejo e no Algarve.

Neste período foram registados em Portugal Continental e região adjacente 2424 sismos, a maioria dos quais com magnitude inferior a 3,0. Destes sismos, 16 foram sentidos em Portugal Continental, com valores de intensidade máxima observada (Escala de Mercalli Modificada, 1956 - MM56) entre II e IV, não tendo sido sentido nenhum na zona do município de Lisboa. O sismo com maior impacto no Continente foi o de 26 de março, com magnitude 4,0 e que foi sentido com intensidade máxima IV em Monchique, Silves, Albufeira e Lagoa e com menor intensidade noutros locais do Algarve e Alentejo.

Fontes: www.meteo.pt e http://www.cm-lisboa.pt/archive/doc/Sismo_1969.pdf

Earthquake Destruction

quarta-feira, 1 de junho de 2011

1755

Os grandes terramotos deixam marcas na cidade e ficam nas pedras registados. Reconhecem onde se encontra esta inscrição?

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010